
A nova relação com o saber
Para uma reflexão mais abrangente sobre o futuro da educação e de formação dentro das possibilidades abertas pela cibercultura será necessária uma analise sobre os processos de mutação nas áreas do saber e das tecnologias. Sendo que as competências adquiridas por uma pessoa durante a vida vão se transformando para se adaptarem ao ritmo das evoluções técnicas e culturais que ocorrem de forma vertiginosa durante a vida do individuo, se torna necessário um constante processo de adaptação e aprendizagem contínua para que ocorra uma renovação em seus conhecimento que o permitam melhor adaptação ao meio.
Outro fator relevante é a constatação de que trabalho e a escola do futuro não terão limitações em sua produção de saberes, sendo um complemento do outro, trabalhar se tornara sinônimo de aprender e criar, produzir saberes e transmitir conhecimentos.
O ciberespaço dentro dessa dinâmica de construção da realidade social, será fator amplificador das capacidades cognitivas humanas: memória (banco de dados, arquivos de todos os tipos, hipertextos), imaginação (simulação), percepção (sensores digitais, telepresença, realidades virtuais), raciocínios (inteligência artificial, modelização de fenômenos complexos).
Todas essa novas tecnologias nos oferecem novas formas de acesso à informação, novos estilos de raciocínio, de simulação e de pesquisa.
Essas possibilidades tecnológicas são objetivadas em documentos digitais disponíveis na rede de forma a poderem ser compartilhadas por numerosos indivíduos amplificando portanto o potencial de inteligência coletiva dos grupos.
O saber fluxo que se estabelece nas relações exigem uma nova concepção de educação, um novo estilo de pedagogia que favoreça ao mesmo tempo as potencialidades criativas personalizadas individuais e coletivas em rede. Neste novo ambiente a figura do professor passa de ao invés de transmissor de conhecimento, para uma espécie de animador, ou guia das inteligências coletivas dos alunos dentro dos ambientes de aquisição do conhecimento permeado pelas novas tecnologias. O professor do futuro atuara como canalizador dos conhecimentos e ao mesmo tempo em que ajuda os alunos a descobrir também descobre e aprende dentro dos processos de construção do conhecimento.
Os sistemas públicos de educação deverão tomar para si a responsabilidade de orientar os percursos individuais no saber e de tomar para si o conjunto dos saberes pertencentes as pessoas e contribuirão par a expansão de uma nova economia do conhecimento.
Bibliografia- LEVI- Pierre/ A cibercultura/ editora 34
Para uma reflexão mais abrangente sobre o futuro da educação e de formação dentro das possibilidades abertas pela cibercultura será necessária uma analise sobre os processos de mutação nas áreas do saber e das tecnologias. Sendo que as competências adquiridas por uma pessoa durante a vida vão se transformando para se adaptarem ao ritmo das evoluções técnicas e culturais que ocorrem de forma vertiginosa durante a vida do individuo, se torna necessário um constante processo de adaptação e aprendizagem contínua para que ocorra uma renovação em seus conhecimento que o permitam melhor adaptação ao meio.
Outro fator relevante é a constatação de que trabalho e a escola do futuro não terão limitações em sua produção de saberes, sendo um complemento do outro, trabalhar se tornara sinônimo de aprender e criar, produzir saberes e transmitir conhecimentos.
O ciberespaço dentro dessa dinâmica de construção da realidade social, será fator amplificador das capacidades cognitivas humanas: memória (banco de dados, arquivos de todos os tipos, hipertextos), imaginação (simulação), percepção (sensores digitais, telepresença, realidades virtuais), raciocínios (inteligência artificial, modelização de fenômenos complexos).
Todas essa novas tecnologias nos oferecem novas formas de acesso à informação, novos estilos de raciocínio, de simulação e de pesquisa.
Essas possibilidades tecnológicas são objetivadas em documentos digitais disponíveis na rede de forma a poderem ser compartilhadas por numerosos indivíduos amplificando portanto o potencial de inteligência coletiva dos grupos.
O saber fluxo que se estabelece nas relações exigem uma nova concepção de educação, um novo estilo de pedagogia que favoreça ao mesmo tempo as potencialidades criativas personalizadas individuais e coletivas em rede. Neste novo ambiente a figura do professor passa de ao invés de transmissor de conhecimento, para uma espécie de animador, ou guia das inteligências coletivas dos alunos dentro dos ambientes de aquisição do conhecimento permeado pelas novas tecnologias. O professor do futuro atuara como canalizador dos conhecimentos e ao mesmo tempo em que ajuda os alunos a descobrir também descobre e aprende dentro dos processos de construção do conhecimento.
Os sistemas públicos de educação deverão tomar para si a responsabilidade de orientar os percursos individuais no saber e de tomar para si o conjunto dos saberes pertencentes as pessoas e contribuirão par a expansão de uma nova economia do conhecimento.
Bibliografia- LEVI- Pierre/ A cibercultura/ editora 34
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